Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 06/01/2021

Segundo Immanuel Kant, famoso filosófo, “o homem não é nada além daquilo que a educação faz dele”. Diante disso, sabemos que a educação é de extrema importância para a sociedade. Todavia, o números de analfabetos funcionais vêm crescendo demasiadamente. De certo, são necessárias alternativas que reduzam o analfabetismo funcinal brasileiro, portanto, essencialmente deve-se explorarar as consequências negativas causadas a partir disso.

De acordo com o Indicador Nacional de Analfabetismo Funcional (Inaf), 30% dos brasileiros, entre 15 e 64 anos são analfabetos funcionais. Esta estatística é profundamente preocupante, pelo fato do problema atrapalhar diretamente a vida adulta das pessoas e nas práticas diárias, como ler textos, fazer cálculos simples, e até mesmo dificultar sua entrada na vida profissioal. Os analfabetos funcionais estão diretamente ligados à internet, e, com isso, pode-se aumentar a disseminação de fake news.

Na série canadense “Anne With An E”, a protagonista, mesmo em meio aos problemas que a cercavam, tinha o hábito de leitura, e com isso, desenvolveu uma boa imaginação, vocabulário e mostra também o enriquecimento da leitura na vida de alguém. Fora da ficção, podemos, não só, atentar a esse exemplo e incentivar a leitura e a escrita nas escolas, mas também interpretações de textos e discurssões sobre livros, músicas, entre outros.

Levando-se em consideração todos esses aspectos, é preciso que o ministério da educação interfira nas escolas do país, por meio de projetos educacionais que estimulem e cativem os alunos, através dos benefícios da internet, da cultura, de debates. Com isso, teremos, um maior número de pessoas alfabetizadas, aumentando, dessa forma, o desempenho no sistema de ensino.