Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 07/01/2021
Segundo Immanuel Kant, filosofo alemão, “O ser humano é fruto da educação”. Logo, o conhecimento é de extrema importância para o desenvolvimento humano. Porém, há distanciamentos da educação na vida de muitos, sendo causados, muitas vezes, pela ausência da base educacional e pelas raízes históricas. Na mesma análise, vale ressaltar que algumas escolas apresentam precariedades na estrutura e mal qualificação dos professores que prejudica uma base educacional dos alunos, por consequência, aumentam o índice de analfabetos. Segundo pesquisas ouvidas pela agência Brasil, o volume de analfabetos é bastante alto e não presente por falta de investimentos na educação dos jovens e adultos (EJA). Além disso, observa-se que a educação é pouco valorizada em muitas instituições de ensino e torna-se um obstáculo para muitos estudantes que procuram uma boa qualidade de ensino. Outrossim, uma analfabetização é desafiadora para muitos que não tiveram a oportunidade de ingressar em uma instuição escolar, haja que os motivos estão ligados com raízes históricas injustiçadas pela divisão de classes sociais que influenciam a perda de interesse do ensino entre os mais pobres. Segundo Monteiro Lobato, “Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê.” Visto isso, o ser humano sem o conhecimento está propício à falta de informação sobre os seus direitos como cidadão, consequentemente, é incapaz de reivindicar e opinar sobre qualquer assunto. Portanto, visto o aumento da analfabetização no Brasil, o governo deve juntar-se ao Ministério da Educação, investir na educação pública e oferecer cursos de qualificação profissional para os professores, por meio de concursos e treinamentos profissionais. Deve, também, disponibilizar cursos e vagas de ensino gratuitos para a alfabetização precisa, por meio de campanhas educacionais e propagandas sobre a importância da alfabetização, a fim de minimizar o analfabetismo e melhorar o desenvolvimento humano.