Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 13/01/2021
Consoante estudo, feito pelo Ibope Inteligência, 29% da população brasileira é considerada analfabeta funcional. Desse total, 8% é analfabeta absoluta, que o Indicador de Analfabetismo Funcional (Inaf), define como quem não consegue ler palavras e frases. Já os outros 21% são considerados analfabetos rudimentares, no qual o indivíduo é capaz de ler textos simples e fazer contas matemáticas do dia a dia, por exemplo. Essas pessoas sofrem por não conseguirem ler algo mais complexo como uma notícia em um jornal ou até mesmo um cartão de vacinação.
Segundo a filósofa francesa Simone de Beauvir: “O mais escandaloso dos escândalos é que nos habituamos a eles”. Pois, cada vez há mais analfabetos funcionais na sociedade, e esses passam despercebidos no cotidiano, de maneira que a população já se acomodou a eles. Mas esses indivíduos sofrem diariamente ao não entenderem cartazes, anúncios, não conseguirem ler livros, ou até mesmo não sejam capazes de efetuar um cálculo que seja mais complexo.
Além do mais, essa parte da população, por não conseguir ler um comunicado ou uma notícia por exemplo, podem gerar uma corrente de informações equivocadas ou “fake news”, que são feitas justamente para se espalharem facilmente e são escritas de forma enganosa. Desse modo, esses analfabetos rudimentares caem na “armadilha” feita por quem faz essas “fake news”.
Portanto, para acabar os problemas que os analfabetos funcionais podem ter, deve-se intervir urgentemente. Assim, o Ministério da Educação deve incentivar as escolas e os pais dos alunos a priorizarem o letramento, sobretudo na infância, inserindo questões do cotidiano no processo de aprendizagem. Dessarte, os indivíduos poderão compreender melhor os ensinamentos e o analfabetismo funcional poderá diminiuir exponencialmente até que acabe.