Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 11/01/2021
A Constituição Federal de 1988, documento jurídico mais importante só país, em seu artigo 6°, garante a todos o acesso a educação. Conquanto, tal prerrogativa não se faz hegemônica, uma vez que o alfabetização encontra barreiras no Brasil. Isso se deve, pela baixa participação da família na alfabetização e, também, por falta de investimento na rede de ensino do país no passado.
Nesse cenário, é importante destacar que a falta de atuação no desenvolvimento educacional do aluno. Nesse sentindo, o filme “ Matilda” retrata a história de uma garotinha, que vive com uma família ignorante e rústica, que ignoram a criança ao ponto de esquecer de matrícula na escola, e a mesma necessita aprender a ler por conta própria. Fora da ficção, e voltado para o cenário brasileiro, a falta de participação dos progenitores em ações como a leitura afeta no interesse pelo saber.
Outrossim, o baixo investimento do país na pedagogia outrora resultou em um fator fulcral para o analfabetismo entre os idosos. Ao passo que, de acordo com uma notícia vinculada no “sits” da revista Veja, no ano de 2019, os gastos com educação no Brasil não passavam dos 2% do valor do Produto Interno Bruto (PIB). Hodiernamente, os gastado passaram a ser próximo da realidade global, tangenciando os 6%, no entanto sequelas ainda são visíveis na parcela mais idosa da população que, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, no censo de 2010, 26% da população idosa era não sabia ler nem escrever. Logo, sequelas do passado de omissão Estatal ainda são presentes na sociedade e devem ser resolvidas.
Por tudo isso, é papel do Ministério da Educação – órgão responsável pela educação no país- criar um programa chamado “ leitura para todos “, por meio do envio de um projeto de um projeto de lei entregue à Câmara dos Deputados. Tal programa atenderia famílias que possuíssem membros, que independe da idade, não fossem corretamente letrados, e disponibilizaria para essas pessoas aulas de alfabetização extras. Desse modo, a população estaria mais perto de contemplar o que o artigo 6° só garantia no papel.