Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 15/01/2021
O filme “Mãos talentosas” retrata a história de Ben Carson, um menino pobre e desmotivado, mas com o incentivo da sua mãe à leitura, aos 33 anos, se tornado um médico de sucesso. Fora da ficção, no Brasil, há uma falta de incentivos à leitura, por parte das famílias, aliada a precariedade educacional que impede muitos jovens de ter um desenvolvimento mental. Visto isso, medidas cabivéis devem ser executadas. Diante desse cenário, destaca-se a falta de infraestrutura e má qualificação dos professores, nas escolas, como os causadores desse problema. Segundo pesquisas ouvidas pela Agência Brasil, o volume de analfabetos é bastante alto e não diminui por falta de investimentos na educação dos jovens e adultos (EJA). Nesse sentido, há uma falta de valorização na pedagogia dos profissionais e na estrutura escolar. Dessa forma, enquanto não houver educação de qualidade, na qual o aluno tem uma base educacional de excelência e a escola estruturada, o Brasil será obrigado a conviver com o fracasso da interpretação dos estudantes. Outrossim, vale ressaltar que o incentivo à leitura, no lar, é um processo de extrema importância, visto que, ao ser motivado, o indivíduo busca superar as dificuldades e passa a desenvolver uma boa interpretação. Segundo Monteiro Lobato, “Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê”. Diante disso, observa-se que a maioria das pessoas têm pouco contato com os livros e não frequentam bibliotecas, por não ouvirem sobre a importância de saber interpretar, assim como a falta de incentivo à leitura influencia, negativamente, o desenvolvimento humano. Portanto, visto o aumento da analfabetização funcional no Brasil, o governo deve juntar-se ao Ministério da Educação, investir na educação pública e oferecer cursos de qualificação profissional para os professores, por meio de projetos educacionais e treinamentos profissionalizantes, com o intuito de melhorar a qualidade de ensino. Deve, também, promover campanhas de incentivo à leitura, por intermédio de propagandas e anúncio na mídia sobre alfabetização, a fim de minimizar o analfabetismo.