Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 05/04/2021

O filme “Mãos talentosas” retrata a história de Ben Carson, um menino pobre e desmotivado que com o incentivo da sua mãe à leitura, aos 33 anos, tornou-se um médico de sucesso. Fora da ficção, no Brasil, há uma falta de incentivos à leitura, por parte das famílias, aliada a precariedade educacional que impede muitos jovens de ter um desenvolvimento mental.     Diante desse cenário, destaca-se a falta de infraestrutura e má qualificação dos professores como os causadores desse problema. Segundo pesquisas ouvidas pela Agência Brasil, o volume de analfabetos é bastante alto e não presente por falta de investimentos na educação dos jovens e adultos (EJA). Nesse sentido, nota-se que há uma falta de valorização na pedagogia dos profissionais e na estrutura escolar, por conseguinte, afeta a cidadania que busca meios de aprendizagem nas intituições.                                                                                                            Outrossim, vale ressaltar que o incentivo à leitura nos lares é um processo de extrema importância, visto que, ao ser motivado, o indivíduo busca superar as dificuldades e passa a desenvolver uma interpretação. Segundo Monteiro Lobato, “Quem mal lê, mal ouve, mal fala, mal vê”. Diante disso, observa-se que a maioria das pessoas têm pouco contato com os livros e não frequentam bibliotecas, por não ouvirem sobre uma importância de saber interpretar, assim como a falta de incentivo à leitura influencia, negativamente, o desenvolvimento humano.                                      Portanto, visto o aumento da analfabetização funcional no Brasil, o Governo Federal, órgão responsável pelo bem-estar social, deve juntar-se com o Ministério da Educação, investir na educação pública e oferecer cursos de qualificação profissional para os professores, por meio de projetos educacionais e treinamentos profissionalizantes, com o intuito de melhorar a qualidade de ensino. Deve, também, promover campanhas de incentivo à leitura, por intermédio de propagandas e anúncio na mídia sobre alfabetização, a fim de minimizar a incapacidade de interpretação do corpo social.