Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 15/04/2021

O artigo 6º da Constituição Federal de 1988, o documento jurídico mais importante do país, prevê que todos os cidadãos tem direito a educação. Porém, ao observar o desenvolvimento do analfabetismo funcional no país percebe-se uma negligência governamental em sua administração. Tal problema se perpetua pela prática de evasão escolar e falta de valorização de professores.

A evasão escolar é ou o abandono de jovens ao estudo, pode ser causada por diversos motivos como gravidez precoce, falta de renda que obriga o trabalho infantil, e envolvimento com atividades ilícitas. Por não completarem todas as fases necessárias para cumprir seu ensino, as pessoas que recorrem a evasão escolar acabam tornando-se analfabetos transmitidos.

A “Atitude Blasé” - termo proposto pelo sociólogo alemão Georg Simmel no livro “A Metrópole e a Vida Metal” - ocorre quando o indivíduo passa a agir com indiferença em meio a situações que ele deveria dar atenção. A indiferença com que a escola trata a importância dos professores é um fator promotor do analfabetismo funcional, pois somente professores bem capacitados e com todos os recursos fornecidos para dar aula disponíveis, formam bons alunos.

Tendo em vista os fatos mencionados, medidas são necessárias para combater o impasse. O Ministério da Educação deve incentivar os alunos, através das políticas públicas de combate ao evasão escolar, como projetos pedagógicos e sociais de apoio aos alunos estudados de alguma forma. E a escola deve promover a capacitação do corpo docente para incentivar a valorização do profissional de educação, através de projetos financeiros para maior destinação de verbas a treinamento de professores, compra de recursos intermediários em sala de aula, e aumento de salário. Apenas com tais ações ocorrerá o combate ao analfabetismo funcional no Brasil.