Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 17/05/2021
Analfabetismo no Brasil e suas consequências
Em nosso país, o analfabetismo vem se mostrando uma grandeza crescente, e tendo um impacto prejudicial em diversas áreas da sociedade brasileira. Um fator determinante para a análise desse índice é a escolaridade. Muitas vezes os modelos de educação não estimulam a criatividade é coletividade nos alunos, podendo gerar insatisfação, insegurança e frustração, que fazem com que muitas pessoas acabem abandonando a escola, onde o alfabetismo pode entrar em decadência.
As consequências do alto índice de analfabetos no país podem ser vistas principalmente nas redes sociais, onde as chamadas “fake news” distorcem verdades para que esse público, por ser desinformado, acredite e compartilhe com outras pessoas. “Três entre cada dez brasileiros têm limitação para ler, interpretar textos, identificar ironia e fazer operações matemáticas em situações da vida cotidiana,… Eles hoje representam praticamente 30% da população entre 15 e 64 anos, mas o grupo já foi bem maior: em 2001, chegou a 39%”, de acordo com o Indicador de analfabetismo funcional (Inaf).
Outra inferência do analfabetismo no Brasil seria a falta de capacitação profissional, que interfere diretamente na econômica do país. Os analfabetos na maioria dos casos não são os primeiros a serem indicados para ingressar no mercado de trabalho, logo são deixados de lado por não terem escolaridade e capacitação para o mercado atual brasileiro.
Para que esse problema seja devidamente resolvido, o Ministério da Educação é essencial no processo, pois parte da sua função é preservar a qualidade do ensino e o cumprimento de suas normatividades. Portanto, apesar de não estar relacionada ao nosso próprio dia a dia, o analfabetismo é crescente e precisa ser combatido o quanto antes, para que cada vez mais pessoas possam ter um ensino ainda melhor.