Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 31/05/2021

No filme “Central do Brasil“, lançado em 1998, relata a história de uma ex-professora que recebeu cartas de analfabetas, que ditam o que elas querem às suas famílias. Fora das telas, a realidade de ainda ter muitas pessoas que não sabem ler e nem escrever, é real, visto que, segundo o IBGE, atualmente são 11,3 milhões de analfabetos no Brasil. Isso ocorre tanto pelo restrito número de pessoas com acesso à educação, quanto pela necessidade de muitos brasileiros terem que priorizar empregos ao início dos estudos.

Primeiramente, apenas 47,4% da população brasileira, tem acesso a um ensino de qualidade, que oferece um alto índice de desenvolvimento cognitivo. Torna-se evidente a ineficácia do sistema educativo no Brasil, que não oferece acesso, com baixa renda, um ensino igualitário, havendo assim uma desigualdade social. De acordo com Nelson Mandela, “O ser humano é aquilo que a educação faz dele ‘’. Essa citação traz preocupações na sociedade brasileira, pois leva ao cidadão ter medo do futuro, já que a educação do país é falha e precária.

É valido ressaltar que muitos jovens, é obrigado a realizar a evasão escolar, por necessidade financeira. Esse fator é uma consequência histórica, pois, a partir do descobrimento do Brasil, a nação passa a ser explorada pela metrópole, tornando-se um país com uma economia agro exportadora. Com isso, as pessoas devem trabalhar, não necessitando de estudo para suas funções. Assim sendo, inicia-se um círculo vicioso, em que a população enfatiza apenas o trabalho, desprezando os estudos.             Infere-se, portanto que as medidas são necessárias para resolver a questão do analfabetismo no Brasil, O Governo, em conjunto com o Ministério da Educação devem promover melhorias na educação brasileira, para que todos os cidadãos tenham os seus diretos de receberem um ensino de qualidade. Além disso, o Ministério da Educação em união com empresas públicas e privadas devem disponibilizar mais vagas de “projeto aprendiz”, para que mais jovens com necessidade financeira necessária os seus preços pelos serviços feitos, sem ter a necessidade de largar seus estudos. Somente assim o analfabetismo o Ministério da educação, em união com empresas públicas e privadas devem disponibilizar mais vagas de “projeto aprendiz”, para que mais jovens com necessidades financeiras possam receber os seus ganhos pelos serviços feitos, sem ter a necessidade de largar seus estudos. Somente assim o analfabetismo o Ministério da educação, em união com empresas públicas e privadas devem disponibilizar mais vagas de “projeto aprendiz”, para que mais jovens com necessidades financeiras possam receber os seus ganhos pelos serviços feitos, sem ter a necessidade de largar seus estudos. Somente assim o analfabetismo