Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 04/06/2021
O analfabetismo tem se tornado, cada vez mais, um tema comum no quesito problemas sociais a serem enfrentados. É mais que clara para todos, a importância da educação, não só para uma questão político-econômica do país, mas também para a segurança e entendimento da população. Apesar de todo esse consentimento, muitos desafios ainda impedem a solução real desta mesma questão, principalmente neste momento de pandemia.
Segundo o Ministério da Educação, em 2018, os analfabetos funcionais, ou seja, aqueles capazes de reconhecer letras e símbolos, mas não de formular/ler frases simples, superaram uma taxa de 11 milhões de pessoas. O momento atual, tende a agravar a situação. Com os estudos online acessados por poucos, realizados de maneira pouco eficaz para o aprendizado de jovens, e, consequentemente, a má formação da base estudantil de crianças, prevê um aumento ainda maior do analfabetismo não só no Brasil, mas no mundo todo.
O Plano Nacional de Educação, tem como objetivo para 2024, o fim do analfabetismo, entretanto, a realidade que nos ocorre, torna a meta impossível. Além disso, o ensino brasileiro possui um histórico complicado, onde o foco do aprendizado está mais na memorização de dados e matérias, do que na própria qualidade dos mesmos. O impacto do Covid-19 foi apenas mais um desafio, dentre muitos outros pelos quais o país carrega desde muitos anos da história educacional.
Contudo, algumas soluções podem ser propostas para a erradicação deste problema. A primeira delas, é para a garantia de jovens e adultos escolarizados, assim, é necessário um ensino gratuito, qualificado e laico para a formação das crianças. O segundo, é a oferta de condições adequadas para o acesso de todos a uma educação eficiente. Por fim, a terceira estratégia, é focar na recuperação educacional de camadas mais pobres, de acordo com suas individualidades, afinal, este é o futuro do país, todos têm o direito, por lei, a uma educação de qualidade.