Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 10/06/2021
Sabe-se que o nível educacional tem melhorado cada vez mais com o passar dos anos, logo, o ensino de antigamente, juntamente com os índices de alfabetização, eram bem degradados em comparação ao que se tem nos dias atuais. A questão intrigante, é do porquê, ainda hoje, há um número tão grande de pessoas analfabetas, mesmo considerando-se que a educação melhorou, e que foram criados testes de nivelamento, para garantir que crianças até oito anos, tenham pelo menos uma base de conhecimento em relação à produção e interpretação textual.
De acordo com pesquisas governamentais, pode-se afirmar que pelo menos 20% da população brasileira, entre 15 a 65 anos, tem grande dificuldade em produzir textos de argumentação, ou então compreendê-los. Tal situação implica diretamente à dificuldade de uma nação ter um grande avanço em desenvolvimento. Vivemos em uma república, onde o povo é responsável por tomar as decisões primordiais, logo, há um desafio imenso em garantir que o país prospere, pois os cidadãos responsáveis por escolher governadores, prefeitos e o presidente, não tem a capacidade de realizar estudos para se orientar em relação ao histórico de tais pessoas; não conseguem produzir questionamentos bons o suficiente para concluir se tal pessoa é capaz de assumir certo cargo; além de muitas outras situações como as tais.
Além da pesquisa citada no parágrafo anterior, há também as conclusões de que os alunos, ao finalizar o ensino fundamental I, tem melhor desempenho do que os estudantes ao fim do ensino fundamental II. Ou seja, há mais facilidade em realizar os questionamentos em relação à interpretação e/ou produção de textos nos primeiros anos, mas, com o passar do tempo, apresentam dificuldade em responder às perguntas, por mais que o esperado fosse que a facilidade permanecesse.
Por fim, é facilmente perceptível que a população saiba sua língua, tanto para que o país prospere, quanto para que a população não sofra com más escolhas políticas, econômicas e cotidianas. No parágrafo anterior, foi citado que os alunos tem facilidade nas áreas linguísticas nos primeiros anos, ou seja, os alunos tem maior capacidade de assimilar as informações quando são mais jovens, logo, os níveis de ensino devem ser dificultados nestes primeiros anos. As escolas devem elaborar atividades, conteúdos e questões mais complicadas, para que quando os estudantes chegarem ao fundamental II, tenham mais facilidade em resolver os desafios dos anos finais.