Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 10/06/2021
No século XX, notou-se uma taxa de analfabetismo elevada, em comparação com o século XXI. O analfabetismo não foi extinto, pouco mais de um quarto da população brasileira considera-se analfabeto funcional, ou seja, sabe ler, mas não sabe escrever.
Ao examinarem pesquisas do IBGE, nota-se que 21,7% dos brasileiros são analfabetos funcionais, sendo Norte e Nordeste as regiões com maior porcentagem. Essa situação traz malefícios para os indivíduos e ao país, dentre elas podemos citar: exclusão social; falta de capacitação profissional; perda da autoestima, entre outros fatores que podem acontecer. Esses itens observados, atualmente, podem ocorrer com mais frequência, pois com a tecnologia avançando cada dia mais, o analfabetismo pode dificultar na integração das pessoas nesse meio. Existem algumas práticas que podem reduzir, parcialmente, esses números.
Pode-se mencionar, por exemplo, para a redução do analfabetismo, o oferecimento de aulas, voltadas à população que não teve acesso à escola; educação básica de qualidade e gratuita. Com isso, maior parte da população poderia frequentar a escola.
Levando-se em conta o que foi observado, podemos oferecer ajuda se conhecermos alguém que seja analfabeto funcional, incentivando a não desistir. Os governos (federal e/ou estadual), também podem tentar melhorar o ensino em áreas que o analfabetismo é alto.