Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 22/06/2021

Apesar de ser assegurada como um direito de todos, conforme prevê o Art. 6 da Constituição Federal, a educação não é acessível a todos como deveria, além de contar com diversas falhas. Dado o exposto, pode-se destacar a desigualdade educacional, juntamente com a falta de incentivo à leitura, como sendo alguns dos principais agentes do Analfabetismo Funcional.

Primeiramente, é relevante abordar que o Analfabetismo Funcional é resultante da extrema desigualdade educacional e social presente no país. Por exemplo, o ensino oferecido por uma escola particular de uma grande metrópole não é o mesmo oferecido por uma escola pública do subúrbio. E isso se deve principalmente pela falta de investimentos na rede pública de ensino. Ademais, essa ausência de recursos resulta na má formação educacional daqueles que, depois de muito esforço, conseguem finalizar os estudos. Segundo o IBOPE, 38 milhões de brasileiros são analfabetos funcionais. Dados como esse, reafirmam o número alarmante de analfabetos funcionais presentes na sociedade brasileira devido ao ensino precário.

Segundamente, vale destacar também a falta de incentivo à leitura, principalmente na infância, que faz com que o indivíduo perca o hábito de praticar aquilo que o mesmo já aprendeu, perdendo assim, a capacidade de interpretar um texto, por exemplo.

Diante dos fatos supracitados, faz-se necessário que medidas sejam tomadas a fim de solucionar a problemática do Analfabetismo Funcional no Brasil. Cabe ao Ministério da Educação, em parceria com Universidades e Escolas, incentivarem o hábito à leitura, por meio de grupos de estudos, palestras e campanhas. Ademais, o Estado deve ampliar os investimentos na área da Educação, com o propósito de diminuir consideravelmente o número de Analfabetos no país. Logo, somente mediante ações como essas, será possível oferecer um ensino público de qualidade que resulte em menores índices da situação em questão.