Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 17/08/2021

A Lei da Inércia, de Newton, relata que a tendência de um corpo é permanecer parado quando nenhuma força é exercida sobre ele. Fora da Física, é possível perceber a mesma condição no que concerne à questão das alternativas para reduzir o analfabestismo funcional no Brasil. Nesse contexto, observa-se a consolidação de um grave óbice, em virtude da ineficiência legislativa e a base educacional lacunar.

Sob esse viés, a omissão governamental caracteriza-se como um complexo dificultador. A Constituição Federal de 1988 é a lei básica brasileira que busca garantir a integridade dos seres vivos e do ambiente em que estão inseridos. Entretanto, essa legislação não tem sido suficiente ao que se refere aos caminhos para redução do analfabestismo funcional no país, uma que vez que o transtorno continua atuando fortemente no contexto atual. Dessa forma, as leis sendo enfraquecidas, sua resolução torna-se mais distante.

Ademais, outro empecilho encontrado é a negligência educacional. Para o filósofo Imannuel Kant, o ser humano é resultado da educação que teve, logo, se há um problema social, há uma falha na educação. Nessa perspectiva, percebe-se que as escolas não estão cumprido o seu papel no sentido de reverter a problemática hodierna, visto que as instituições não estão trazendo às salas de aulas conteúdos que ajam na solução desse impasse.

É evidente, portanto, que medidas estratégicas devem ser tomadas para mudar esse cenário. Sendo assim, é imprescíndivel que o Estado - principal promotor da harmonia social - promova “workshops”, em parcerias com as escolas, por meio de recursos oriundos da União, os quais abordarão as consequências negativas dessas ações e as formas de combatê-las e ajudar as vítimas, com a finalidade de propor diferentes soluções em conjuntos com os alunos e, assim, alcançar o bem-estar social. Em suma, a proposição da carta magna será concretizada.