Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 05/10/2021

Consoante com o Immanuel Kant, filósofo alemão, “O homem é o que a educação faz dele”. Contudo, na contemporaneidade, a porcentagem de analfabetos funcionais no Brasil é alarmante, colaborando para um cenário de extrema desigualdade nacinal. Nesse viés, evidencia-se a necessidade da aplicação de políticas públicas de melhoria no setor educacional.

Em primeira análise, é fundamental realizar mudanças na estrutura do ensino brasileiro e aumentar o incentivo ao interesse acadêmico nos alunos. Outrossim, no longa-metragem “Escritores da Liberdade”, Erin, professora de um colégio público periférico, utilizando-se de atividades inovadoras conquista seus alunos, implementando em suas vidas o hábito da leitura e do estudo. Por conseguinte, é notório como a abordagem pedagógica afeta diretamente o desempenho estudantil.

Ademais, vale salientar a transcendência do acesso de todos à educação, fato que, infelizmente, não ocorre no cenário de disparidades sociais nacionais. Entretanto, de acordo com a Constituição Federal de 1988, é papel do governo democratizar a educação de qualidade aos cidadãos brasileiros. Não obstante, indivíduos de baixa renda e com menores condições de frequentarem as escolas são marginalizados na sociedade hodierna, agravando o quadro de analfabetos funcionais no país e, também, revelando o descaso estatal com tal problemática.

Depreende-se, portanto, a necessidade de superar esses obstáculos. Isso posto, é de suma importância que o Ministério da Educação desenvolva políticas públicas eficazes de democratização do acesso à educação a jovens e adultos, por meio da criação de projetos acadêmicos voltados à alfabetização funcional e interpretações de texto requisitadas no cotidiano, pelo tempo necessário para que o aluno demonstre dominar as técnicas necessárias e, deste modo, aumentar os dados de alfabetizados no Brasil. À guisa de arremate, o país se tornará um lugar mais justo e igualitário.