Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 18/09/2021
O analfabetismo funcional é a incapacidade de uma pessoa em compreender textos simples, elas conseguem decodificar minimamente, porém, não desenvolvem habilidades de interpretar textos curtos e resolver operações matemáticas. Esse problema ainda é agravante no Brasil, pois, mesmo sendo profissionais formados e considerados “capacitados”, muitos sentem essa dificuldade. Tendo como fator contribuinte a forma de ensino, formando pessoas pulando suas etapas. Além disso, as desigualdades no meio educacional, com a falta de investimento na instituição pública. Nessa perspectiva, tais desafios devem ser contornados para que uma sociedade integrada seja alcançada.
Em primeira análise, a forma de ensino influencia muito no aprendizado. A forma arcaica e sem inovações não atrai os jovens e adultos, fazendo com que deixem a escola e voltem anos depois para fazer sua conclusão de maneira rápida, por meio do EJA ( Educação de jovens e adultos), método que há baixo investimento. Segundo a professora titular da UNESP( Universidade Estadual Paulista), para os gestores públicos interessa mais investir na educação básica. Dessa maneira, não dando maiores oportunidades aos mesmo, fazendo-os entrar na parcela dos aproximadamente 70% dos que possuem diploma mas não demonstram habilidades e competências na leitura e nas construções de textos.
“A educação é a arma mais poderosa que você pode usar para mudar o mundo”, essa frase dita por Nelson Mandela, traz a importância que é ter a educação. Sabe-se que em partes do Brasil não ter condições mesmo para um ensino público é uma realidade. Muitas famílias ainda vivem nessas situações, tendo dificuldades ao se alfabetizar, tentando ter a arma do conhecimento. Nesse aspecto, é notório que é preciso a educação à qual muitas pessoas não tem, para que saiam do analfabetismo, mas que seu método de ensino seja ótimo e proveitoso para não se tornarem os funcionais.