Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 29/09/2021

Segundo a frase celebre Paulo Freire afirmava que “a educação muda pessoas e pessoas transformam o mundo". Visto quem, é fácil perceber que a educação é uma das armas mais poderosas para mudar as pessoas, mas infelizmente o sistema educacional do Brasil é precário e com isso aumenta a desigualdade socioeconômica. Nesse sentido, o analfabetismo funcional merece uma atenção especial dos governantes com políticas públicas mais eficientes.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Opinião Pública e Estatística no Brasil, cerca de 68% da população é vítima do analfabetismo funcional. Outro ponto a ser ressaltado é que as principais ações capazes de desenvolver as habilidades e competências textuais são o hábito da leitura e da escrita. A leitura ajuda indivíduo a ampliar seu conhecimento de mundo e a escrita por outro lado, é responsável pela construção de novas ideias. Dessa maneira, a vida acadêmica desses alunos poderá ser prejudicada.

Pode-se observar que há uma forte relação entre a origem social do aluno e o sucesso escolar. Quanto maior a renda familiar melhor o desenvolvimento acadêmico e mais oportunidades, devido o ensino precário das escolas públicas. De acordo com o INEP 90,5% doa alunos estudam em escolas públicas e apenas 9,5% em escolas particulares. No entanto, muitas escolas públicas brasileiras são mal estruturadas e carece de bibliotecas ou de salas de estudo, o que desestimulam os estudantes. Logo, elas não têm contribuindo para diminuir a taxa de analfabetismo funcional.

Infere-se, portanto, que medidas são necessárias para resolver os desafios para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil a escola deve promover uma festividade, com o objetivo de angariar fundos para a aquisição de livros por meio dos alunos a fim de estruturar melhor e promover salas de estudos. Somente assim, os alunos terão mais motivação e interesse para aprender, diminuindo assim a desigualdade acadêmica e o analfabetismo funcional.