Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 12/10/2021

A Constituição federal de 1988 assegura o direito a educação. No entanto, o objetivo prometido pela norma constitucional encontra-se distante da realidade, visto que o analfabetismo funcional ainda é presente na sociedade brasileira. Assim, faz-se necessario analisar os fatores que contribuem para essa problemática, como a evasão escolar e a metodologia aplicada nas instituições de ensino.

Em primeiro lugar, é relevante destacar que o abandono escolar está diretamente ligado com o aumento do analfabetismo. Nessa perspectiva, pesquisas divulgadas pelo INEP, revelam que de 100 alunos que ingressão na primeira  série, 5 não concluem o ensino fundamental. Dessa maneira, muitas crianças deixam de receber a educação básica e se tornam adultos sem terem aprendido o essencial. Logo é evidente a interveção estatal para essa causa.

Além disso, muitas escolas utilizam metodologias antiquadas para a formação dos alunos. Nessa lógica, o rapper Gabriel, o pensador, em sua música " estudo errado" faz uma forte crítica ao ensino aplicado nessa intituições, onde os alunos apenas “decoram’’ as matérias ao invés de aprende-lás. Nesse contexto, as escolas, que possuem um papel fundamental na formação de futuros cidadões, acaba contribuindo para que esses alunos não desenvolvam um senso crítico própio. Desse modo, essa metodologia colabora para o crescimento do analfabetismo funcional.

Portanto, o Ministério da Educação, responsável por efetivar processos relacionados a educação do país, deve atuar diretamente no auxílio a alfabetização da sociedade, tomando iniciativas que incentivam a leitura e a escrita, por meio de investimentos em bibliotecas públicas e professores voluntário para introduzir essas pessoas novamente na educação básica. Com essas medidas o objetivo visado pela Constituição será finalmente alcançado.