Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 30/10/2021

O filósofo Gilberto Dimenstein, elaborou a tese, democracia “Cidadão de papel”, no qual o autor define como o indivíduo que possui direitos, mas não os vivencia por desinformação social ou por subtração da esfera governamental. Nesse sentido, essa definição se relaciona a vários contextos brasileiros, como exemplo, o analfabetismo funcional no Brasil que tem se mostrado presente diariamente. Embora esteja previsto no artigo 205º - que a educação e direito de todos e dever do Estado e da família, da Constituição federal de 1988, norma ainda em vigor, esse direito no entanto não está sendo vivenciado totalmente na prática. Diante disso, carece o exercício do mesmo, já que esse adorno traz grandes transtornos aos inclusos nesse quadro, seja pela prejudicação da evolução educacional do indivíduo , quanto pelo preconceito sofrido por uma coletividade carente de educação e ensinos básicos .

Dito isso, é factível que transformações nos meios educacionais e familiares representam uma perspectiva de resolução do quadro, visto que, o combate constante em busca da alfabetização de todos cidadãos no Brasil mostrou-se pouco garantido, pois o desenvolvimento revela- se ainda precário e carente nas políticas sociais, educacionais em suas infraestruturas. Logo se vê que, os direitos constitucionais da educação tidos como “assegurados” pela legislação mostram-se ausentes nas políticas públicas que visam o bem estar da população , rente o alto número de brasileiros e brasileiras analfabetos no país consequente ao não progresso da educação brasileira. Embora, existam projetos como o Programa Brasil Alfabetizado (PBA), no qual e voltado para a alfabetização de jovens, adultos e idosos, ainda e muito difícil mudar esse quadro por completo. Sendo assim, se vê a necessidade da implementação de políticas públicas mais eficazes para ensino e incetivo dos afetados, e assim como, mais atenciosidade por parte da família e do ensino educacional.

Torna-se evidente, portanto, que a crise na mobilidade urbana brasileira deve ser solucionada por meio da extensão ao direito legislativo do artigo 205°. Cabe ao Ministério da educação junto a família abordar e trabalhar o tema por meio de implementações de novos projetos estudantis que darão mais incentivo, vontade e progresso ao aprendizado. Ademais, é preciso que o Ministério da educação junto ao Ministério Público, por intermédio de verbas da União e do fundo rotativo movam capital para criação de novos métodos de ensino, e assim como, aulas de reforço em centro sociais educacionais às comunidades carentes inclusas nesse globo proporcionando melhorias. Além disso, as ONGs junto à mídia podem divulgar notícias e criar projetos de conscientização quanto ao combate à analfabetizaçao. Dessa forma, contribuindo para uma sociedade mais consciente, Combatendo deste modo o embate deletério do problema no Brasil.