Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil

Enviada em 01/05/2022

O conceito de analfabetismo funcional foi criado na década de 30, nos Estados Unidos, e posteriormente passou a ser utilizado pela UNESCO para se referir às pessoas que, apesar de saberem ler e escrever formalmente, não conseguem fazer uma simples frase. Isso ainda ocorre devido ao tipo de método de aprendizagem e a falta de investimentos na área de educação. Esse problema precisa ser solucionado para que não agrave mais ao decorrer dos anos.

De acordo com o INAF, de 2018, o analfabetismo funcional atinge cerca de 27% da população brasileira. Uma das maiores causas para isso ocorrer é o método de aprendizagem que as escolas favorecem, já que não excitam os alunos a pensar e refletir. As escolas não ensinam aos adolescentes a estudar de uma forma que armazene o conteúdo, muitas das vezes são armazenados até o dia da prova, depois não há mais conhecimento. Aulas que haja mais conhecimento do cotidiano seriam muito importantes para a evolução desse problema.

Vale destacar, também, que a falta de investimentos na Educação Básica faz aumentar as taxas de analfabetismo. Isso, pode ser relacionado à falta de investimentos e planejamento de incentivo à leitura, porque, de acordo com a UNESCO os Brasileiros leem muito pouco. Isto é, cerca de 1,8 livros por ano.

A partir de tudo isso, fica claro que o analfabetismo funcional ainda existe pelo fato dos métodos ineficazes da educação. Afinal, as ações governamentais, a exemplo, o Ministério da Educação

deve estudar meios e formas a fim de instruir as escolas para formar cidadãos que assimilam e compreende conteúdo de forma eficaz.