Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 08/08/2022
A Declaração Universal dos Direitos Humanos promove que todos os cidadãos devem possuir acesso à educação de qualidade, a qual inclui aprendizados de leitura, escrita e interpretação textual. Conquanto, a baixa qualidade dos ensinos escolares na área gramatical favorece a ascensão do analfabetismo funcional. Além disso, a ausência da proficiência gramatical dificulta a comunicação social da população brasileira.
Diante desse cenário, é importante salientar que o ensino escolar deficiente facilita a permanência do analfabetismo funcional no Brasil. No livro “Quarto de despejo”, Maria, a personagem principal, relata que, mesmo tendo frequentado o ambiente escolar por alguns anos, não era capaz de compreender notícias e recados escritos. Paralelamente, essa realidade ainda se faz presente no Brasil, uma vez que o ensino escolar é deficiente no ensino gramatical. Sendo assim, uma intervenção torna-se substancial para elevar a qualidade dos ensinamentos escolares no Brasil e aumentar a compreensão textual da população.
De modo complementar, cabe ressaltar que a falta da proficiência gramatical dificulta a comunicação social da população brasileira. De acordo com o “Jornal da Record”, cerca de 92% da população brasileira têm dificuldades para ler ou produzir qualquer gênero textual. Desse modo, é evidente que o analfabetismo funcional reduz a capacidade comunicativa da população, já que muitas pessoas não conseguem compreender mensagens escritas. Logo, é inquestionável que ações devem ser realizadas para elevar a proficiência gramatical no Brasil.
Portanto, indubitavelmente, medidas são necessárias para resolver os impasses do analfabetismo funcional no Brasil. Dessa forma, o Ministério da Educação, por meio de aulas específicas sobre a interpretação e a produção textual, deve promover o ensinamento da língua portuguesa. Suas aulas devem ocorrer aos sábados com divisões de turmas com base nas faixas etárias dos alunos. Espera-se, com essa medida, a ascensão do ensino escolar e, consequentemente, a redução do analfabetismo funcional, como promove a Declaração Universal dos Direitos Humanos.