Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 13/03/2023
“O analfabeto do século XXI não será aquele que não consegue ler e escrever, mas aquele que não consegue aprender, desaprender e reaprender”. Essa frase dita pelo escritor Alvin Toffler retrata o analfabetismo atual como um processo de dificuldade para interpretação, compreenção e aquisição de conhecimento sobre variados temas. Tendo isso em vista, é importante ressaltar que a analfabetização atrapalha diversas funções e habilidades, como problemas na interpretação de contextos e funcionamento de objetos tecnológicos. De acordo com estatísticas de 2022, 6,6% de brasileiros não são alfabetizados, variando de idades a partir de 15 anos. Tais indivíduos apresentam depêndencia de pessoas alfabetizadas, causando prejuízos ao entendimento de elementos educacionais básicos, funcionalidade autônoma e menores chances de ingresso no mercado de trabalho profissional e institutos de educação avançada, submetendo-as ao desemprego, ajuda de terceiros e permanência na taxa de analfabetização. É evidenciado que a grande maioria de pessoas analfabetas tem dificuldade em compreender textos e cálculos matemáticos simples, podendo não ter compreensões corretas sobre o tema apresentado. Também é observado um desentedimento de como os aparelho tecnológicos funcionam, ressaltando um anonimato digital e ocultação das facilidades cibernéticas proporcionadas para as atividades diárias.
Tendo esses pontos em vista, é de extrema importância de que o MEC e o Governo Federal abranjam uma inscrição menos complexa de pessoas analfabetas nos institutos de educação básica e superior, a partir de políticas estudantis para o ingresso de analfabetos em centros educacionais e investimentos especificados para o ensino de pessoas sem alfabetização. Colocando essas propostas em prática poderemos obter uma diminuição significativa na taxa de analfabetismo nacional, proporcionar conhecimento básico e afrofundado aos indivíduos com analfabetização, surgimento de novos profissionais para o mercado de trabalho e distorção da imagem dos analfabetos funcionais, levando consigo o preconceito e manipulação social sobre as pessoas analfabetas.