Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 10/11/2023
O analfabetismo funcional infelizmente é uma realidade no Brasil, tal afirmação é apontada pelo Indicador de Alfabetismo Funcional (Inaf) em 2018, na qual diz que 29% dos brasileiros eram considerados iletrados funcionais. Dessa forma, a problemática ocorre na contemporaneidade, seja pela má qualidade de ensino, seja pela negligência governamental.
Sob esse viés, o analfabetismo funcional é uma consequência da insuficiência do ensino, pois o sistema de educação atual não é adequado para todos, fazendo assim, as pessoas abandonarem a escola mais cedo. Isso é comprovado pelo Estudo Internacional de Progresso em Leitura (PIRLS), afirmando que quase 40% dos alunos do 4º ano do ensino fundamental não têm a habilidade de leitura. Logo, é perceptível que o sistema educacional brasileira não é totalmente eficaz.
Ademais, a inoperância estatal acarreta a conjuntura, visto que as instituições de estudo não são funcionais. Conforme o filósofo Thomas Hobbes, o Poder Público é responsável por garantir o bem comum e o desenvolvimento humano. Nesse contexto, percebe-se que o governo não está sendo coerente com a sua obrigação, uma vez que o artigo 205 da Construção Federal diz que a educação é dever do Estado e direito de todos. Portanto, é necessário ações que reduzam o afastamento dos estudos.
Em suma, são de extrema importância soluções para a adversidade apresentada. Para isso, cabe ao Ministério da Educação - órgão responsável por promover um ensino de qualidade - reformar o sistema educacional com professores conforme a necessidade da população. Essa iniciativa será por meio de projetos pedagógicos e verbas do Ministério da Economia, tendo a finalidade de finalizar com o analfabetismo funcional no Brasil.