Alternativas para reduzir o analfabetismo funcional no Brasil
Enviada em 30/06/2025
Segundo o filósofo Immanuel Kant: “o ser humano é aquilo que a educação faz dele”, contudo, o ensino não é oferecido de modo igualitário a todos, gerando problemas como a diminuição no número de alfabetizados no país. Nesse sentido, existe um debate popular nos meios midiáticos sobre o analfabetismo funcional no Brasil. Além disso, esse é um tema que engloba não só o preconceito contra a vítima, mas também a qualidade da educação concedida. Entretanto, um ponto é essencial: apesar de ser desafiador reduzir os impactos de tal problemática, é possível vencê-los com a adesão de ações eficientes.
Em primeira análise, é válido ressaltar que, essa situação é um empecilho, pois o analfabetismo funcional provoca preconceitos contra a vítima, como pode ser observado no filme “Um sonho possível, em que Big Mike, o personagem principal é, adulto e ainda não sabe ler ou escrever, o que torna ele inseguro e faz com que deixe até mesmo crianças satirizem-no. Logo, elas causam consequências como a desmotivação no processo de aprendizagem. Tais fatores evidenciam a gravidade do transtorno.
Em segunda análise, é importante destacar que, esse problema é complicado de ser solucionado. Segundo Martin Luther King: “a injustiça em um lugar qualquer é uma ameaça à justiça de todo o lugar”. Nesse contexto, o analfabetismo funcional é um espelho da má qualidade de ensino cedido, o que ocasiona falhas em conseguir conhecimentos básicos no ámbito da leitura, escrita e interpretação. Sob essa perspectiva, é visível que o assunto em estudo é complexo.
Torna-se evidente, portanto, que é indiscutível que o analfabetismo funcional no Brasil requer a adoção de medidas eficazes. É papel dos psicopedagogos diminuírem os preconceitos contra alunos com carência de aprendizagem, por meio de palestras e debates nas escolas com alunos e pais acerca da temática, impedindo assim constrangimentos. Ademais, é de dever do MEC aprimorar a qualidade do ensino dado, por intermédio de uma alteração na matriz curricular do ensino básico, incluindo aulas de reforço para quem tiver dificuldades, com o intuito de minimizar os índices de analfabetismo no país.