Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?
Enviada em 17/07/2022
Segundo o filósofo espanhol José Ortiga y Gasset “Eu sou o que me cerca. Se eu não preservar o que me cerca, eu não me preservo”, dessa maneira, a natureza torna-se vital para a vida humana, visto que as coexistem. Logo, o aquecimento global faz-se uma dificuldade para o desenvolvimento pleno, o qual traz consequências para a sociedade. Paralelamente, tal questão reflete na sociedade sua abordagem sem alguma seriedade, visto que o crescente negacionismo e a escassez e a ineficiência de políticas públicas globais corroboram com o cenário.
A princípio, o negacionismo apresenta-se como a recusa da aceitação de uma realidade comprovada empiricamente, o qual prejudica com a vida em sociedade. Nota-se, por exemplo, no filme “Não Olhe Para Cima”, em que grande parte da população não acredita e até mesmo ignora a vinda do meteoro para a Terra, em que havia sido comprovada pela ciência. Dessa maneira, relaciona-se a carência de seriedade para com o aquecimento global na sociedade atual, visto que o negacionismo torna-se crescente.
Outrossim, a escassez e a ineficiência de políticas públicas globais corroboram com o cenário atual. Logo, evidencia-se o Acordo de Paris, tratado mundial que reúne países com o objetivo de reduzir o aquecimento global. Também, nota-se a COP-26, conferência global que reúne representantes de vários países para a discussão sobre o clima. No entanto, recentemente, em ambos os casos reflete a ineficiência para com o meio ambiente, visto que há a crescente presença do negacionismo e a falta de seriedade com o assunto abordado. Desse modo, tal situação gera consequências para a prosperidade da sociedade.
Portanto, é preciso que o Ministério do Meio Ambiente, juntamente com órgãos mundiais responsáveis pelo meio ambiente e a mídia tomem providências para erradicar o quadro atual, por intermédio de campanhas e projetos que visem a maior conscientização sobre o aquecimento global. Também se tornam imprescindíveis novos tratados funcionais e a eficiência de tratados já existentes, além da maior fiscalização. Dessa maneira, a sociedade será preservada, bem como a natureza, visto que sem a presença de uma, não há a outra.