Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?
Enviada em 18/07/2022
O Acordo de Paris é um compromisso mundial sobre as alterações climáticas e tem o objetivo de reduzir os gases no efeito estufa. Entretanto, o que se observa é o aumento dos índices de aquecimento global, uma vez que essa temática não é uma ameaça vista com seriedade e apresenta barreiras, as quais dificultam a concretização do acordo. Esse cenário hodierno é fruto tanto do capitalismo industrial, quanto da queima de combustíveis fósseis. Diante disso, torna-se fundamental a discursão desses aspectos, a fim do pleno funcionamento da sociedade.
Precipuamente, é fucral pontuar que o capitalismo industrial deriva do consumismo exgerado da população. Segundo o G1, 76% da pessoas não praticam o consumo consciente no Brasil, diferente de países como a Noruega em que a taxa de consumo é menor. Todavia, isso não ocorre devido à falta de atuação das autoridades, em razão da escassez de investimentos sobre consumismo. Desse modo, faz-se mistério a reformulação dessa postura estatal de forma urgente.
Ademais, é imperativo ressaltar que a queima de combustíveis fósseis como promotor do problema. Conforme dados do G1, o Brasil é o quarto no mundo em ranking de emissão de gases poluentes. Partindo desse pressuposto, nota-se que o Brasil detém uma grande parcela causadora do aquecimento global, em que a maioria dos indivíduos não tem acesso à educação ambiental . Tudo isso retarda a resolução do empecilho, já que a queima de combustíveis fósseis contribui para perpetuação desse quadro.
Assim, medidas exequíveis são necessárias para conter o avanço do problema na sociedade brasileira. Desastre, com intuito de mitigar o aquecimento global, necessita-se que o Ministério do Meio Ambiente crie campanhas sobre as sociedades de consumo, por intermédio de agentes de comunicação, divulgando informações sobre preservação ambiental. Espera-se, com isso , amenizar o aquecimento global e garantir um planeta melhor para as gerações futuras.