Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?
Enviada em 05/08/2022
Com o advento da Segunda Revolução Industrial, aumentou a liberação de gases poluentes no meio ambiente, que em grandes quantidades pode ocasionar poluição atmosférica, e em nível mundial potencializar as mudanças climáticas. Como descrito pelo filósofo grego, Demócrito: " O animal é tão ou mais sábio do que o homem: conhece a medida da sua necessidade, enquanto o homem a ignora", ademais, o ser humano explora a natureza afim de interesses socioecônomicos e como resultado, o aquecimento global é questionado por leigos e suas consequências são ignoradas pela humanidade.
Nessa perspectiva, a necessidade exacerbada de produzir e consumir, levou o homem a tratar a natureza como uma fonte “inesgotável” de economia, ao modo que, aumentou a poluição ambiental por resíduos descartados na natureza e gases liberados por indústrias e veículos de transportes. Além do mais, a ação antrópica é responsável por boa parte das mudanças climáticas, ainda assim, essa causa é vista por muitos como uma estratégia do estado em diminuir o consumo nos países subdesenvolvidos.
Em virtude dos fatos, a falta de seriedade do ser humano para combater esse fenômeno, acarretou em grandes consequências e desafios sociais, como por exemplo, temperaturas mais quentes, tempestades severas, aumento da seca, oceanos aquecidos e subindo, perda de espécies e mais risco a saúde. Portanto, meios de preservação dos espaços naturais e medidas sutentáveis devem ser intensificadas.
Diante do exposto, urge que, o Ministério do Meio Ambiente - responsável pela proteção e recuperação ambiental - juntamente com o Ministério da Economia - responsável por gerenciar todas as finanças e investimentos do Estado - devem implantar ações que, controle a exploração de recursos naturais, produção e consumismo excessivo, por meio de fiscalizações mediante as leis ambientais destinadas a indústrias e empresas. Somente assim os impactos do aquecimento global serão amenizados e menos prejudiciais a humanidade.