Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?
Enviada em 03/08/2022
O antigo filósofo Platão dizia “Tente mover o mundo - o primeiro passo será mover a si mesmo.” Tal afirmação pode fazer referência à falta de conhecimento da população sobre os perigos do aquecimento global, visto que, a falta de visibilidade sobre a problemática gera a falta de uma reação social. Assim, diante de tal problema, destaca-se a desinformação que pode ser gerada na mídia, assim como a luta de países pela diminiuição do efeito estufa.
Em primeira análise, é inegável que ainda há bastante desinformação climática gerada pelo próprio corpo social. A par disso, na obra “Um estudo em vermelho” há uma afirmação que diz “Um tolo sempre encontra alguém mais tolo para admirá-lo”. Analogamente, infelizmente, percebe-se como muitos brasileiros não possuem o costume de checar informações, a fim de apurar a verdade sobre elas, preferindo permanecer acreditando em algo ou alguém que o afasta da realidade. Resultado manifesto disso é um país repleto de pessoas desinformadas.
Em segunda análise, sem dúvidas, diversos países estão preocupados com os próximos anos e em como o aquecimento global irá os afetar. Nesse viés, a conferência climática feita na Escócia pela Organização das Nações Unidas (ONU), se encerrou com um acordo de tentar limitar o aquecimento global em pelo menos 1,5 graus Celsius. Portanto, é importante ressaltar que, não apenas as autoridades, mas também o povo, deve colaborar para melhores resultados.
Logo, medidas devem ser tomadas para amenizar tal cenário. Inicialmente, o Estado, mais especificamente o Ministério do Meio Ambiente (MMA), deve criar leis destinadas à diminuição do uso execessivo de carbono e o reflorestamento obrigatório das grandes indústrias, com o objetivo de manter o meio ambiente como local habitável e prevenir desastres ambientais que o aquecimento global pode causar. Ademais, é imperioso que ficções engajadas abordem histórias sobre o assunto, com o intuito de gerar uma nação informada. Por fim, o cidadão conseguirá não só mover o mundo, mas também ele mesmo, como dito por Platão.