Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?

Enviada em 05/08/2022

O filósofo francês Sartre defendeu que cabe ao ser humano escolher seu modo de agir, pois este seria livre e responsável. No entanto, percebe-se a irresponsabilidade da sociedade no que concerne à questão aquecimento global que é ignorado. Com isso, cabe destacar as principais causas desse empecilho: o silenciamento e o individualismo.

Diante desse cenário, é de alta relevância pontuar que a falta de dabate influencia fortemente a questão. A esse respeito, Djamila Ribeiro- filósofa contemporânea- explica que é preciso tirar uma situação da invisibilidade para que soluções sejam promovidas. Porém, há um silenciamento instaurado no problema do aquecimento global, visto que é tratado como se fosse invisíveis, e a siuação de ameaça não é notáda pelos brasileiros. Dessa forma, o tema é visto como algo supérfluo, demorando, assim, de ser solucionado. Logo, não é razoável que o silenciamneto permaneça em um país que almeja torna-se nação desenvolvida.

Ademais, o egoísmo atua como elemento catalisador. Acerca disso, Zygmunt Bauman- renomado filósofo- afirma que a sociedade atual é influenciada pelo individualismo. Em contrassenso ao pensamento do estudioso, ocorre, no país, o egoísmo das pessoas, posto que só pensam sem si mesmas e por isso não buscam solucionar as causas do aquencimento global, afentando,desse modo, as gerações futuras. Assim, é contraditório que, mesmo sendo nação pós-moderna, o individualismo ainda seja realidade no Brasil.

É preciso, portanto, superar a gênese do aqueciemnto global. Para isso, a mídia de massa deve criar um programa, por meio de entrevistas com especialistas no assunto, a fim de atualizar a mentalidade social sobre as ameaças que o aquecimento global pode causar. Tal ação pode, ainda, ser divulgada por grandes perfis do Instagram para atingir mais pessoas. Paralelamente, é preciso intervir sobre o silenciamento presente no problema. Dessa mandeira, é possível construir um país no qual Sartre pudesse se orgulhar.