Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?
Enviada em 02/09/2022
Segundo a constituição federal de 1988, todos possuem o direito ao meio ambiente equilibrado e é dever do poder público e da coletividade defende-lo e preserva-lo. Contudo, essa proposta não aparenta estar se sustentando em razão do forte negacionismo atual diante das questões ambientais, o qual é causado sobretudo pela negligência das autoridades governamentais e da formação cultural que se volta para a destruição do natureza em razão do benefício próprio.
Em primeiro lugar, é perceptível a urgência de serem adotadas medidas eficientes de desenvolvimento sustentável pelo Estado. Segundo o INPI (Instituto Nacional de Propriedade Industrial), no ultimo século a temperatura da Terra se elevou em 2 graus, e mesmo com as graves consequências previstas, uma parcela considerável dos chefes governamentais acabam por adotar posturas retrógradas à tal problemática, pois a cobrança da população e de organizações ambientais tem se mostrado pouco eficente. Portanto, é fundamental que a sociedade e organizações multinacionais reunam força para cobrar dos governantes uma melhor postura.
Outrossim, é indispensável garantir que a formação da geração atual inclua a construção de uma cultura voltada para os cuidados com a natureza. A ativista sueca Greta Thunberg surpreendeu o mundo com seu expressivo ativismo a favor da preservação do meio ambiente, mesmo sendo tão jovem, sendo uma figura que exemplifica a importância da conscientização juvenil, principalmente ao levar em conta o ainda baixo interesse por individuos dessa faixa etária por questões climáticas. Por isso, é imperioso que existam programas voltados para a conscientização ambiental desde a infância.
Destarte, urgem-se meios de mostrar a importância da discussão a respeito do aquecimento global para a sociedade. Nesse âmbito, cabe a Organização Das Nações Unidas (ONU) impor medidas fiscais para as empresas e governos que não colaborarem com as açoes de preservação, bem como a criação de projetos educacionais voltados para a educação ambiental infantil, por meio de aulas especiais e palestras nas instituições de ensino, com o objetivo de expor a realidade das mudanças climáticas e trabalhar para a que as propostas da carta magna sejam cumpridas no Brasil, e no restante do mundo.