Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?

Enviada em 07/09/2022

A Constituição federal de 1988 - norma de maior hierarquia do sistema judiciário - garante à todos o direito a saúde. Entretanto, ao analisar o aquecimento global crescente nota-se que essa conduta não é válida. Com efeito, há de se combater a omissão do Estado, bem como a maldade humana.

Convém ressaltar, a princípio, que o Estado tem o dever de resolver todas as problemáticas do Brasil, porém não o faz. Nesse viés, Gilberto Dimestein em sua obra “Cidadão de Papel” afirma que os direitos não são aplicados como escritos nas leis. É visível portanto, que o aquecimento global podrria ser combatido se o governo tomasse as devidas providências.

Em segunda análise, é claro que o ser humano é altamente afetado pelo aquecimento global, porém não faz nada para solucionar esse problema. Nesse âmbito, a filósofa Hana Arendt criou o conceito “Banalidade do Mal” onde explica que um indivíduo se torna uma má pessoa quando vê um crime acontecendo, e não tenta mudá-lo. Em contrapartida, mesmo sendo um dos mais afetados por esse empecílio, os seres humanos são os maiores causadores deste.

Dessarte, é mister que o Ministério da Saúde juntamente com o Ministério da Educação promova debates sobre o Aquecimento Global. Essa ação pode ser concluída por meio de palestras e eventos escolares que devem contar com apresença de profissionais especializados no assunto, para auxiliar as discussões. Desse modo, o Brasil poderá um dia, fazer parte da série de países com menor percentual de aquecimento global.