Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?

Enviada em 15/09/2022

As indústrias e o imperialismo são os vilões no aquecimento global

Existem muitas teorias conspiratórias circulando o mundo. Uma delas é que o aquecimento global não tem origem antrópica. Infelizmente, esse discurso ganha muita força quando é contraposto o desenvolvimento industrial e econômico das nações. Para ter carta branca e continuar poluindo impunemente, torna-se muito cômodo defender esse preceito fraudulento, a ter que “retroceder” na economia e preservar o planeta.

Segundo o geógrafo Eustáquio de Sene, o índice de desenvolvimento industrial de um país pode ser aferido pela quantidade ácido sulfúrico usado nas fábricas e de SO3 e CO2 lançado pelas suas respectivas chaminés. Sabe-se que este último gás é o verdadeiro responsável pelo efeito estufa e consequente aquecimento global. A partir desse pressuposto, está cientificamente comprovado que o ser humano tem uma grande parcela de culpa nesse atípico aquecimento do planeta. No entanto, todos parecem fazer vista grossa, ninguém quer dar o braço a torcer e acabar perdendo essa corrida imperialista internacional de enriquecer e ter mais influência global.

O que se vê é um ato de egoísmo e narcisismo extremo, de pensar em enriquecer no presente, sem se preocupar com as populações futuras. Qual o legado deixado dessa geração aos filhos e netos? Um planeta insustentável, onde até mesmo a água será escassa.

A fim de reverter essa situação, as indústrias que extrapolarem as emissões de CO2 previstas nas conferências da ONU - como o protocolo de Kyoto - deverão ser severamente punidas. A fiscalização deverá passar a ser de responsabilidade da Interpol (polícia internacional - que não está submetida a nenhum político ou oligarca). Com o intuito de fazer essa medida ser cumprida, os cidadãos do mundo todo deverão se unir, de forma a fazer uma grande mobilização internacional tanto nas ruas quanto pelas redes sociais. Partindo dessa conscientização, com essa mentalidade, de forma a mostrar nas urnas, votando em políticos que façam adesão ao movimento de preservação ambiental. Pressionando assim, todos os governantes nacionais a implantarem essas premissas em suas pautas de governo.