Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?

Enviada em 02/10/2022

A Revolução Industrial marcou um novo momento da história da humanidade marcado pela produção em grande escala. Contudo, esse aumento de bens de consumo gera efeitos nocivos ao meio ambiente como o aumento da temperatura do planeta. A partir desse contexto, é fundamental perceber a relevância do aquecimento global, bem como o maior entrave ao seu combate efetivo.

Diante desse cenário, é importante pontuar que as ações antrópicas, como a indústria, a agropecuária e o desmatamento são os principais renponsáveis pelas mudanças climáticas no planeta. Sob esse viés, o ativista Ghandi afirma que " A natureza pode suprir todas as necessidades do homem, menos a sua ganância". Tal situação de uso exagerado dos bens naturais tem provocado várias modificações no curso da natureza, que se reflete em incêndios, secas prolongadas em determinadas áreas, bem como enchentes e desastres em outras partes do globo.

Além disso, como resultado do pouco combate efetivo para controle dessa ameaça global, a emissão do dióxido de carbono, principal gás causador do efeito estufa, cresce a cada dia. A partir dessa perspectiva, encontros como a Conferência de Paris, conhecida como a COP 21, ocorrida em 2015, procurou por meio de acordos, combater a emissão excessiva do CO2 pelos países mais industrializados do mundo. No entanto, percebe-se que a busca por um aumento cada vez maior do PIB nos países desenvolvidos e emergentes é um fator negativo de o aquecimento global não ser levado a sério, comprometendo a vida do planeta e das próximas gerações.

Logo, sabendo disso, é necessário tomar medidas efetivas para controlar essa situação. Para isso, a Organização das Nações Unidas - ONU, órgão responsável pela manutenção da paz e da segurança internacionais, deve propor a criação de protocolos. Tal ação deve ocorrer por meio de diretrizes de controle e de redução de emissão de gases do efeito estufa nos países mais contaminantes do ar, com a aplicação de multas e sanções para os países que descumprirem o protocolo. Essa ação deve acontecer a fim de garantir o desenvolvimento sustentável e a preservação do recursos naturais para as gerações atual e futura.