Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?
Enviada em 10/11/2022
A atitude blasé, termo usado pelo sociólogo Georg Simmel no livro “The Metropolis and Mental Life”, ocorre quando o indivíduo age com indiferença em meio às situações que ele deveria dar atenção. Nesse sentido, a afirmação do pensador se concretiza no Brasil, visto que o aquecimento global ainda não é tratado com seriedade no país. Desse modo, convém ressaltar que essa realidade persiste não somente por culpa do Estado, mas também à intervenção do homem na natureza.
A princípio, é importante ressaltar que o Governo tem se mostrado negligente em relação ao aquecimento global. Isso ocorre porque a máquina estatal, consoante ao sociólogo Zygmunt Bauman, tornou-se uma instituição zumbi, ou seja, ao não ensinar a população acerca dos prejuízos do efeito estufa, o estado perde a função social de instruir e cuidar dos brasileiros. Por conseguinte, forma-se um imaginário social alienado, impedindo, por exemplo, que a sociedade pressione o “zumbi” para cuidar de seus filhos.
Além disso, a intervenção do homem na natureza se configura como um importante pilar dessa problemática. Dessa forma, segundo a G1, página de notícias, pesquisa mostra que a ação do homem é irreversível, no ano de 2022 houve um aumento na temperatura do planeta de 1,07°. Sob essa ótica, as atividades do ser humano na Terra tem como principal consequência o aumento da temperatura, derretimento de geleiras e o desequilíbrio ecológico, isso, por conseguinte, acaba prejudicando não apenas o homem mas também a natureza como um todo.
Nota-se, portanto, a necessidade de medidas que venham melhorar esse cenário. Para isso, o Governo Federal, junto ao Ministério do Meio Ambiente, órgão responsável pela elaboração de planos para preservar a natureza, fazer inter-venções acerca dos atos humanos. Isso deve ocorrer por meio de formulações de leis, a fim diminuir ações prejudicais ao meio ambiente, além disso, melhorando a qualidade da vida no planeta.