Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?

Enviada em 01/05/2023

Em 1997 foi criado o “Protocolo de Kyoto”, um tratado internacional que visava reduzir as emissões de gases poluentes dos países industrializados, gases esses que causam o aquecimento global. Porém esse tratado não foi ratificado pelos Estados Unidos, um dos mais poderosos países do mundo, o que impactou grandemente o cumprimento desse tratado. Com isso vimos que já naquela época o aquecimento global não era visto como um problema urgente e sério, o que não mudou muito com o passar dos anos.

Muito se fala hoje em dia sobre os riscos do aquecimento global, que nada mais é do que o aumento do efeito estufa, que aumenta a temperatura do planeta, ocasionando o derretimento de calotas polares, fazendo subir o nível dos oceanos. Diversos cientistas estão alertando sobre o problema, um dos mais famosos exemplos disso é o chamado “Relógio do juízo final”, um relógio criado por um grupo de cientistas que o criaram para alertar as pessoas sobre os riscos de problemas ambientais e nucleares. Recentemente esse relógio marcou 90 segundos para a meia noite, a meia noite representa o fim do mundo, o mais perto que esse relógio já chegou de seu fim.

Vê-se na maioria dos países, principalmente os desenvolvidos uma negligência, pois mesmo o problema sendo muito falado, ele está longe de ser resolvido, e um dos grandes motivos é a ganância. Viu-se isso quando os Estados Unidos não ratificaram o protoloco de Kyoto, pois eles sabiam que se cumprissem as normas do tratado, eles teriam uma queda em sua produção e consequentemente em seus lucros.

Isso pode ser resolvido com uma maior conscientização do problema, levando os governos a tomarem medidas para evitarem que isso se alastre mais, como por exemplo, reduzirem as emissões de gases poluentes. Pois diante de tantos eventos ocasionados por esse problema, supõe-se que não falte muito tempo para que as consequências do aquecimento global se tornem evidentes em todo o mundo, provocando um caos coletivo, o que claramente pode ser evitado.