Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?
Enviada em 30/04/2023
Atualmente com a ida do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com destino a Londres, para entre tantos motivos ter discussões sobre problemas que assolam o meio ambiente. Um desses problemas é o aquecimento global, destacado como um dos mais críticos pelas suas consequências momentâneas como o aumento da temperatura ao redor da terra, como também pelas suas consequências que serão sentidas no futuro como o derretimento das calotas de gelo polares, o que faria o nível do mar subir assustadoramente causando destruições e inundações, ademais é imprudente dizer que todas as precauções requeridas para o cuidado com o aquecimento global estão sendo tomadas, levadas a sério e discutidas.
Conforme o dito acima é possível citar uma fala da ativista ambiental Greta Thunberg: “nossa civilização está sendo sacrificada pelo interesse de um pequeno grupo de pessoas em continuar recebendo enormes quantias de dinheiro”, inegavelmente a citação acima é verdeira, sendo possível apontar como fato os dados da CNN Brasil, os quais dizem: “Atualmente, a temperatura média global em 2022 é estimada em cerca de 1,15º [1,02º a 1,28°] acima da média pré-industrial (1850-1900)”. Por que mesmo ante fatos tão assustadores sobre o futuro não são realmente grandes esforços para que essa ideia de futuro do Brasil e do mundo não passe disso? A resposta é simples: medo de perder dinheiro.
Bem como acabou de ser discutido, o motivo de grandes esforços para o combate contra o aquecimento global serem ignorados há também os que acham que isso é um assunto para o futuro, contudo isso é uma inverdade, porque algo desse tipo já aconteceu em 1952 em Londres. No momento acontecia o Big smoke nevoeiro que causou muita poluição atmosférica e matou milhares de pessoas, causado por uma frente fria que assolou Londres obrigando as pessoas a queimarem mais carvão do que o normal, que aliado a uma inversão térmica resultou nessa tragédia.
Em suma, é imprescindível que o ministério do meio ambiente brasileiro e seus semelhantes de outros países (como o ministère de la transição écologique et solidaire da França), criem leis mais rígidas sobre a liberação de gases tóxicos por meio do poder legislativo,para que a camada de ozônio seja restaurada e lembrada