Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?

Enviada em 07/10/2023

Na contemporianiedade, uma ameaça enfrentada pelos seres humanos devido as suas evoluções tecnológicas são as mudanças climáticas em escala global, efeito o qual causa consequências devastadoras e possivelmente irreversíveis. As pessoas estão cientes sobre esses fatos, mas por que não fazem o suficiente para mitiga-lo? Simples, isso não daria nenhum retorno financeiro para eles, pelo contrário, as medidas para o enfrentamento dessa calamidade apenas reduziriam seus lucros. Para que o aquecimento global se torne uma prioridade é necessária uma mudança de postura por parte dos países além da implementação de normas visando a redução de emissão gases proporcionadores do efeito estufa.

Primeiramente, para se ter sucesso na contenção do aquecimento global, é fulcral pontuar que os países com maiores indíces de emissão de gases, como, China, Estados Unidos e Índia devem tomar iniciativas com finalidades de redução dos gases poluentes, de acordo com dados Wri Brasil, esses países em conjunto são responsáveis por 42,6% das emissões globais, enquanto as 100 nações menos poluentes representam apenas 2,9%.

Ademais, se faz muito necessário regulamentos para o controle da emissão de gases, como por exemplo o Acordo Climático de Paris, assinado em 2015, o qual o Brasil faz parte. E possui como objetivo a redução de suas emissões de gases do efeito estufa em até 37%, em relação aos níveis de emissão de 2005 até 2025. Essa meta aumenta para uma redução de 43% na emissão até 2030(CNN Brasil), a criação de acordos como esse demonstra que embora os níveis de gases do efeito estufa possua um aumento nas últimas décadas, existe sim um cuidado com o assunto é o aquecimento global.

Contudo, as extremas mudanças climáticas que acontencem atualmente é uma ameaça que não pode ser ignorada, e para que as nações vejam e percebam como a situação mundial atual é delicada, precisa-se que as instituições ambientais internacionais, como a UICN(União Internacional para a Conservação da Natureza), a WWF(World Wide Fund for Nature) e o Greenpeace, influenciem a opinião pública e proponham modificações no direito internacional ambiental, com o propósito de evidenciar o perigo que enfrentamos atualmente e tê-lo como prioridade.