Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?
Enviada em 16/01/2024
Segundo Sartre, filósofo francês, “O ser humano é livre e responsável, cabe a ele escolher seu modo de agir”. Logo, com o avanço do sistema capitalista e revoluções industriais, recai sobre o homem o compromisso de tornar o mundo sustentável. No século XXI, a preocupação com o agravamento do aquecimento global e os gases de efeito estufa refletem essa apreensiva realidade, que pode gerar sequelas devastadoras em largas proporções.
No contexto atual, existem diversas controvérsias sobre a temática. A realidade é que o efeito estufa é um mecanismo natural da natureza, e que é exacerbado pela figura humana, com a industrialização sem controle dos países e como consequência, a liberação desmoderada de gases como dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), ozônio (O3), clorofluorcarbono, entre outros, que geram um hiper aquecimento da terra, o aquecimento global, que provoca secas, derretimento de geleiras, aquecimento anormal da terra, entre outros.
Convém lembrar que as temáticas citadas acima acarretam graves consequências não só a fauna e a flora, mas também aos seres humanos. De acordo com o relatório divulgado pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que afirma a existente possibilidade de mais de 40 milhões de mortes humanas em decorrência do aquecimento global até 2100, por enfermidades como câncer de pulmão e pele, disfunções respiratórias e cardiovasculares, devido a pior qualidade do ar e radiação ultravioleta elevada.
Em virtude aos fatos mencionados, é preciso que os indivíduos assumam sua responsabilidade diante as mudanças climáticas mundiais, que como citado anteriormente, podem gerar sequelas devastadoras a humanidade e o mundo. Para reduzir esses problemas, é necessário que o governo fiscalize industrias, supervisionando os índices de poluentes. A população deve ser conscientizada por meio da mídia da atual situação, e deve reduzir o uso de auto móveis que não usam biocombustíveis como meio de energia, e a ONU deve incentivar metas de limites de poluentes para os países, tornando assim o homem mais responsável em relação a natureza