Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?

Enviada em 24/09/2024

“As grandes conquistas da humanidade foram obtidas por meio do diálogo, e as grandes falhas pela falta dele.” Observa-se na frase de Stephen Hawking, físico teórico britânico, que as falhas persistentes no que tange ao cenário do aquecimento global, ainda não visto com seriedade, são recorrentes pela falta de diálogo no corpo social moderno. Em vista disso, percebe-se que a conjuntura é motivada pela omissão estatal e pela desinformação, impasses constantes no aspecto contemporâneo da Federação.

Primordialmente a persistência do problema do aquecimento global deve-se à omissão do Estado, que não cumpre seu dever constitucional, especialmente pela falta de políticas públicas eficazes, como um plano de saúde e clima. Isso agrava os efeitos dos eventos climáticos, aumentando mortes e doenças, sobrecarregando o sistema de saúde, especialmente para populações vulneráveis, e impedindo debates que poderiam solucionar a questão.

Ademais, é fundamental salientar que o imbróglio é, ainda, motivado pela desinformação, que leva as pessoas a subestimarem a gravidade do aquecimento global, fazendo com que o problema seja visto como incerto ou exagerado. Sobretudo, tal problema persiste no século XXI, impossibilitando diálogos ativos entre os indivíduos e reforçando o pressuposto do filósofo. Logo, urge a intermediação dessa questão com ênfase em princípios normativos.

Diante dos argumentos supracitados, são necessárias alternativas para amenizar essa problemática. Para isso, o Ministério dos Direitos Humanos deve promover, por meio de leis, políticas públicas voltadas à informação. Essa alternativa, especialmente, será financiada por verbas da União, provenientes do fundo rotativo orçamentário, com o objetivo de pôr fim à desinformação. Assim, a questão do aquecimento global, que ainda não é vista com seriedade, será intermediada no século XXI, e o diálogo social restabelecido.