Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?
Enviada em 23/09/2024
A Agenda 2030, num dos seus objetivos fundamentais, assegura medidas urgentes para o combate às mudanças climáticas e aos seus impactos na sociedade. Contudo, na contemporaneidade brasileira, nota-se o descumprimento dessa meta, há vista para a falta de severidade da população que não se refere à ameaça do aquecimento global. Isso não deve ser apenas pela negligência estatal, mas também pela ausência de integridade por parte das pessoas no combate a esse problema.
Diante desse cenário, nota-se a ineficiência do Estado em tratar com relevância as consequências do aquecimento global. Nesse sentido, de acordo com o campo da Química, o dióxido de carbono (CO2) é o principal contribuinte para o aumento da temperatura do planeta, uma vez que esse elemento é responsável pelas alterações climáticas. Nessa perspectiva, percebe-se que o governo não prioriza a redução da queima de combustíveis fósseis — principal fator para a produção de CO2 —, por conseguinte, ocorre a emissão desse gás acabando de intensificar o clima da atmosfera terrestre.
Além disso, vale ressaltar que a ausência de seriedade por parte da população é outro obstáculo que auxilia na ameaça do aquecimento global. Nesse caso, segundo o campo da Geografia, o desmatamento é um processo que intensifica o superaquecimento do planeta, uma vez que a derrubada de árvores contribui para a irregularidade do controle da emissão de dióxido de carbono. Nesse contexto, a população por não tratar com relevância o desflorestamento acaba ameaçando todo o globo com a intensificação da temperatura, o que leva ao derretimento das geleiras. Como resultado desse panorama, ocorre a elevação do nível do mar, processo que gera a destruição das cidades costeiras.
Portanto, É essencial implementar medidas para aumentar a conscientização da sociedade sobre o aquecimento global. O Ministério da Educação deve promover projetos educativos, como palestras e campanhas publicitárias, focando na redução da queima de combustíveis fósseis e no combate ao desmatamento. Essas iniciativas visam não apenas enfrentar o aquecimento global, mas também cumprir os objetivos da Agenda 2030.