Ameaça ignorada: por que o aquecimento global ainda não é visto com seriedade?
Enviada em 23/09/2024
No mundo contemporâneo a globalização tornou possível o acesso rápido a informação e a descoberta das diversas opiniões sobre os mais variados assuntos, entretanto, isso torna discussões importantíssimas como a da constante ameaça contra os ecossistemas, o aquecimento global, esquecidos pela tempestade de informações gerados pelos meios de comunicação.
Sob esse viés o aquecimento global vem se tornando uma ameaça esquecida, cegos com a posição de que o aquecimento global é algo natural e que as ações humanas não impactam, ou que simplesmente não existe, e é uma invenção política, a sociedade caminha para uma catástrofe ambiental. As ações dos indivíduos sem precedentes de espalhar informações que dificultam o entendimento das pessoas sobre o assunto atrasa cada vez mais a conscientização da população tornando o combate a esse mal um desafio que pode levar a consequências imutáveis no futuro como o desaparecimento de biossistemas inteiros e o alagamento de cidades
Ademais o direito constitucional a um meio ambiente ecologicamente equilibrado para todos, que é bem de uso comum do povo e essencial à qualidade de vida é posto em risco, no livro de Glaciliano Ramos, ‘’Vidas Secas’’, é retratado a vida de uma família pobre do sertão que sofre diariamente com a escassez de alimentos e água, lutando para sobreviver em um ambiente seco e escasso. Com uma ameaça a biosfera o aquecimento global, se ignorado pelos governos vai aumentar, agravando o estado do planeta dificultando o acesso a recursos hídricos e alimentícios podendo levar a possíveis conflitos e guerras entre territórios, causando crises econômicas e sociais nos países.
Portanto o Ministério do Meio Ambiente, órgão responsável pelo meio ambiente em âmbito nacional, implementaria políticas públicas que visam a conscientização da sociedade tornando o debate sobre o aquecimento global algo destacado, implantando propagandas oficiais do Estado nos principais meios de comunicação por meio de parcerias, a maior fiscalização de áreas protegidas, o aumento das multas pelas infrações contra o meio ambiente como o descarte incorreto do lixo, o desmatamento irregular e pelas queimadas intencionais.