Ameaças de guerra entre nações: impactos da nova crise de refugiados

Enviada em 12/10/2025

Para Voltaire, não há nenhum exemplo, nas nossas nações modernas, de uma guerra que haja compensado com um pouco de bem o mal que fez. Nesse contex-to, nota-se que há uma divergência entre o pensamento do filósofo e a sociedade atual, levando em conta que as tensões diplomáticas entre alguns países estão ca-

da vez mais acaloradas. Logo, é necessário debater sobre duas das consequências do problema: o silenciamento e o individualismo.

Diante disso, é fulcral a ánalise sobre o silenciamento e de como ele pode agravar o entrave. Djalmira Ribeiro defende que, para atuar sobre um problema, é preciso

tirá-lo da invisibilidade. Sob essa ótica, é fato que a fala está diretamente ligada à crise de novos refugiados, tendo em vista que a realidade vivenciada por essas pes-

soas não é comentado ou mostrado pela mídia, assim, os cidadãos de outros paí-

ses não têm conhecimento da verdade. Com isso, é necessário que a mídia atenda

às necessidades dessas minorias.

Em segunda análise, é necessário discutir a respeito do individualismo. Segundo a Declaração dos Direitos Humanos, as pessoas devem agir espírito de fraternidade.

Todavia, não é o que acontece no cenário global, levando em consideração ás ame-

aças de guerra entre as nações estão culminando em conflitos tensos e gerando impactos não só em países que estão presentes no confronto, mas também no res-tante do globo. Ademais, isso acontece por motivos de território e acúmulo de poder, o que configura um grande individualismo. Dessa maneira, as nações de-vem repensar seus posicionamentos e buscar pela paz mundial.

Portanto, é necessário a intervenção. Para isso, a Organização das Nações Unidas

(ONU) deve integrar esse grupo de pessoas na sociedade da nação para qual mi-graram, dando moradia digna, educação, direitos e espaço de fala, a fim de rever-ter o silenciamento, para que essas pessoas possam viver com dignidade. Tal ação,

pode ainda, ser divulgada pelos principais meios de comunicação mundiais para que essa informação alcance mais pessoas. Paralelamente, é preciso intervir sobre o individualismo. Com isso, o pensamento de Voltaire, finalmente, será respeitado.