Ameaças de guerra entre nações: impactos da nova crise de refugiados

Enviada em 12/09/2023

Desde os primórdios da história da humanidade, o contexto de guerras se fez bem presente. Os objetivos não variavam muito, sendo destaque o poder, a expansão de territórios e o acúmulo de riquezas. Na atualidade, a realidade de guerras se faz presente, com a diferença que o resultado não envolve escravos para o vencedos, mas sim refugiados. Indivíduos no papel de escravo, tem uma função, um objetivo que se resume a fornecer a sua essência, a sua força vital a um dono, gerando lucro. Pessoas orindas de um ambiente conflituoso, denominadas “refugiados”, não possuem um objetivo claro, um local de fixação e podem gerar agravamentos raciais, políticos e econômicos na região para a qual se destinam impactando a realidade local e a história global.

Muito se discute atualmente sobre a realidade da Ucrânia e Rússia, em especial no que se refere aos civis afetados que precisam deixar suas casas, suas cidades, seu país para fugir dos intensos embates entre os dois países. Um ponto é claro, não existe um único país com capacidade estrutural, social e financeira para receber todos os emigrantes forçados. Um dos problemas mais vislumbrados nesta situação é a que remete ao preconceito racial, onde a cor, a raça, a origem, são tomados como ferramentas de repressão, conforme noticiado no G1 em 2022.

Na sequência, um outro ponto de relevância é no quesito financeiro. A grande maioria das pessoas que são forçadas a optarem por outros países em virtude de conflitos armados não levam recursos, e precisam se envolver na rotina trabalhista local para conseguir o necessário a subsistência. Tal condição pode favorecer a condições análogas à escravidão, abuso de poder e a formação de surbúbios, onde carecem de infra-estrutura básica.

Sendo assim, o panorama que engloba a realidade de guerra entre nações é algo que afeta todo o mundo, dado o fenômeno da globalização. Deste modo, é necessário a presença da ONU, tecendo diretrizes, acordos e viabilizando meios para que os países possam se adaptar para a nova realidade. Com isto, cada governo precisa trabalhar com leis que sejam favoráveis à nova realidade, implementando por meios de campanhas conscientizadoras nacionais, ações de acolhimento e direcionamento dos refugiados na nova vida.