Ameaças de guerra entre nações: impactos da nova crise de refugiados
Enviada em 20/09/2023
Segundo Declaração Universal dos Direitos Humanos, todos têm direito à segurança e à boa qualidade de vida universais e inalienáveis. No entanto, em paralelo à realidade global, nota-se como essa ideia não é praticada, na medida em que a guerra entre países atenta contra a qualidade de vida de seus residentes. Portanto, é basilar combater possíveis casos de prostituição, além de mitigar a periferização social dos imigrantes em seus novos lares.
Sob esse viés, é importante analisar o contexto sociocultural dos países-destinos e o papel da União Europeia para a resolução de problemáticas futuras. Nesse sentido, o corpo social refugiado é, em sua maioria, mulheres e crianças, pois, de acordo com o “Jornal Nacional”, homens ucranianos foram os convocados para o combate contra as tropas russas. Dessa forma, existe a necessidade de medidas públicas para que se mantenha a dignidade social dessas cidadãs, já que a matéria do jornal “O Globo”, aponta uma forte cultura imoral de comércio ilegal de mulhres e prostituição de crianças nos países que reberão os refugiados.
Ademais, sendo praticadas tais princípios, a comunidade de imigrantes terá senso de pertencimento e segurança e ,com isso, os impactos de ordem psicológicas serão menores. Na esteira desse processo, após a invasão da capital da Ucrânia, Kiev, o caos foi generalizado, tendo a morte de cívis inocentes como resultado. Dessa maneira, não só os sobreviventes da guerra mortal, como também suas famílias, terão traumas a serem trabalhados e assitidos pelas autoridades. Assim sendo, em adição às medidas básicas de cunho moral, será necessário realizar acompanhamentos sociais a fim de evitar problemas pscicológicos e a periferização dos refugiados em meio ao novo ambiente.
Urge, por fim, que os efeitos da guerra entre a Rússia e a Ucrânia, os quais afetam os direitos universais de seus cidadãos, sejão combatidos. Para isso, é necessário que Organização das Nações Unidas, em parceria aos governos receptores, elaborem projetos para uma efetiva assistência e acolhimento dos imigrantes. Tal medida deve ser feita por meio da emissão de novos documentos, tendo o fim de reconhecer e cuidar dos novos cidadãos, além do devido amparo social. Assim, os direitos inalienáveis serão cumpridos efetivamente.