Ameaças de guerra entre nações: impactos da nova crise de refugiados

Enviada em 12/10/2023

Bombardeios. Assassinatos de mulheres e crianças inocentes. Medo. Insegurança. Apesar de parecer roteiro de filme, essa é a triste realidade daqueles que vivem em zonas de guerra, pois, infelizmente, em tempos como esse os mais prejudicados são os civis que além de perderem familiares e amigos são obrigados a deixarem seu país de origem e viverem em um local completamente diferente. Esse fato gera a necessidade de uma discussão sobre o tema e possíveis forma de mitigá-lo.

Primeiramente, é importante ressaltar que durante períodos de guerra muitas pessoas com medo do cenário aterrorizante em que vivem, acabam optando por deixarem seu país de origem, um exemplo disso é a guerra que acontece na Ucrânia. De acordo com pesquisas publicadas pela “Veja.abril”, mais de 2,3 milhões de pessoas deixaram a Ucrânia desde o início da guerra, tornando-se assim refugiados. Com isso, percebe-se a terrível situação que essas pessoas estão tendo que passar.

Ademais, é possível evidenciar que as dificuldades que as pessoas enfrentam quando passam ao status de refugiados são enormes, tendo em vista que perderam tudo aquilo que conquistaram no seu país de origem e estão agora quase que completamente desamparadas. Consoante a Luís Renato Vedovato, pesquisador do Obsevatório das Migrações em São Paulo, da Unicamp, o grande desafio é “garantir o acesso à escola, educação, sistema sanitário, ao mercado de trabalho, à cultura, a vida economica e política do país”. Em vista disso, nota-se as dificuldades enfrentadas por essas pessoas.

Fica claro, portanto, que medidas devem ser colocadas em prática. As autoridades locais precisam elaborar meios para que a inserção desses refugiados em seu novo lar seja mais rápida e facilitada, através da criação de programas especializados com o cuidado com refugiados, para que possam prestar assistência em tempo integral para essas pessoas, a fim de que, não se encontrem sozinhas e perdidas. Desse modo, o recomeço para as vítimas desses tempos de guerra será menos doloroso.