Ameaças de guerra entre nações: impactos da nova crise de refugiados

Enviada em 15/10/2023

Segundo a obra, “O Cidadão de Papel” de Gilberto Dimenstein, o homem ao longo de sua vida adquire seus direitos mas não os usufruem por falta de informa-ções. Nesse contexto, as ameaças de guerras entre nações e os impactos da nova crise de refugiados vem se reverberando com mais enfâse. Desse modo, é visível a ausência de medidas governamentais e a incapacidade da ONU para evitas esses conflitos.

Em uma primeira análise, deve-se ressaltar a ausência de medidas governa-mentais para combater as ameaças de guerras entre nações. Nesse sentido, qual-quer desentendimento seja religioso, interesses políticos, economicos, disputas ter-ritoriais, rivalidades étnicas ou quisquer outra razão leva um país a guerra, como vem acontecendo entre a Rússia e a Ucrânia que estão em guerra desde o ano pas-sado. Nessa conjuntura, segundo o Alto Comissionário das Nações Unidas para os Refugiados, mais de 2 milhões de pessoas já deixaram a Ucrânia por medo dos conflitos.

Ademais, é fundamental apontar a incapacidade da ONU - Organização res-ponsável em manter a harmonia e a paz entre os países - como impulsionadora das ameaças de guerra entre as nações. Segundo o Pesquisador Renato Vedovato, da Universidade de Campinas em São Paulo, é necessário políticas públicas para e-vitar que os refugiados não enfrentem cenários de criminalidade. Diante de tal ex-posto, fica escancarado o quanto as nações mundiais carece de apoio de órgãos e entidades internacionais.

Depreende-se, portanto, que é dever da Organização das Nações Unidas, por intermédio do Conselho de Segurança, fazer missões de paz em países mais ame-açados - através do envio de grupos compostos por profissionais especializados - a fim de evitar as ameaças de guerras entre nações e os impactos da nova crise de refugiados.