Ameaças de guerra entre nações: impactos da nova crise de refugiados

Enviada em 20/10/2023

Conforme a ONU, se refugiar é um tipo de migração forçada, em que o migrante deixa seu país fugindo de guerras e de perseguições. Assim, os países vizinhos que recebem essas pessoas podem sofrem uma crise por não estarem preparados para recebê-los. Isso posto, ao se analisar a problemática, nota-se que ela está vinculada ao fechamento de fronteiras e superlotação dos países e a travessia perigosa desses refugiados.

A princípio, vale ressaltar o fechamento de fronteiras e superlotação dos países. No tocante ao assunto, a Agência de Refugiados da ONU, fez um apelo para que países que fazem fronteira com o Afeganistão mantenham as fronteiras abertas. Segundo a ONU, a maioria de refugiados vem atualmente de países do Oriente Médio e do continente africano. Certamente, tais países procuram refúgio em locais mais próximos como a Europa, que muitas vezes fica sobrecarregada, gerando uma crise de refugiados. Mas fechar fronteiras ou dificultar acesso não evita migrações, só aumenta o sofrimento de quem já está desesperado e não tem para onde ir.

Ademais, cabe salientar a travessia perigosa dos refugiados. Atinente à questão, uma embarcação com mais de 700 migrantes naufragou e deixou ao menos 78 mortos, segundo o jornal o globo. A reportagem do globo.com relata que em quase 4 meses, cerca de 2 mil pessoas morreram em travessias no mar mediterrâneo. Logo, com os conflitos aumentando, a travessia para outros lugares são precárias e muitas vezes são comandadas por traficantes e estão cada vez mais frequentes. Essas embarcações têm normalmente o seu limite ultrapassado e não são feitas manutenções do modo correto e assim tornando perigosa a viagem dos refugiados.

Portanto, para conter os impactos causados pela crise de refugiados, torna-se urgente que países que vão receber essas pessoas estejam preparados e recebam auxilio da ONU e de outros países para conseguir administrar com êxito os migrantes. E que o Conselho de Segurança com seus participantes criam projetos e tenham planos que favoreçam a paz em territórios conflitantes.