Ameaças de guerra entre nações: impactos da nova crise de refugiados
Enviada em 05/04/2024
É de conhecimento geral que o aumento de cidadãos forçados a saírem de seus países cresce cada vez mais. Ademais, tem-se uma recente situação, de um triste cenário de guerra entre Ucrânia e Israel, no qual o povo ucraniano é forçado a retirar-se de suas próprias terras para conseguirem sobreviver. Embora seja uma adversidade, a problemática se torna ainda pior, pois existem países que se negam a receber tal povo em sua região, e aqueles que recebem, faltam boas condições para os expatriados. Logo, precisa-se com urgência resolver as questões.
Em primeiro lugar, o fato de que pessoas, na grande maioria crianças e mulheres, são pressionadas a abandonar suas casas, trabalho e nação, graças a brigas entre nações, já se tingiu melancólica. Ainda assim, há países que se restringem de acolher os exlados, como a Coreia do Norte, Arábia Saudita, Emirados Árabes Unidos, Kuwait, Brunei, Singapura, fecham suas fronteiras e dificultando os procedimentos de asilo. Por mais que sejam paísses desenvolvidos, não tem a preocupação de acolher aqueles que precisam.
Enquanto isto, países subdesenvolvidos como Paquistão, Líbano, Quênia e muitos outros, aceitam de bom grado os refugiados impactados. Embora aceitem, enfrentam desafios significativos em relação ao acolhimento de refugiados, incluindo falta de recursos, infraestrutura e serviços públicos. Conforme o jornal Euro News “Não há espaço para todos nas escolas polacas”. Portanto, mesmo que estejam abertos e forneçam assistência humanitária aos refugiados, eles não possuem recursos suficientes para executar isto como deveria ser feito.
Portanto, a tomada de atitudes contra as problemáticas deve ser tomada com urgência. O primeiro passo para melhorar essa situação é valorizando mais a mão de obra dos refugiados do risco de guerra. A OIT (Organização Internacional do Trabalho) deveria, como sua obrigação, promover oportunidades decentes de empregos aos refugiados, com o intuito de aproveitar uma mão de obra que está parada, renderia dinheiro, ajudaria a economia do pais e as condições de vida dos próprios imigrantes. Além disso, o “medo” dos paises em abrigar os refugiados acabaria, pois ele vem da insegurança de gerar conflitos como pobreza e fome. Outro feitor de solução seria o próprio refugiado se disponibilizando aos trabalhos.