Ameaças de guerra entre nações: impactos da nova crise de refugiados
Enviada em 24/04/2024
A obra literária “O Diário de Anne Frank” denuncia os desumanos acontecimentos vivenciados pela escritora no período da Segunda Guerra Mundial. Paralelamente, percebe-se que esse cenário de conflito é recorrente em países na contemporaneidade, visto que as desavenças entre nações se acentuam. Logo, nota-se que essa situação acarreta malefícios à sociedade local, a qual busca melhores condições de vida em países estrangeiros.
Em primeira análise, é indiscutível que a proliferação da globalização promoveu, significativamente, o desenvolvimento de diferentes regiões, além da consolidação de novas alianças políticas. Sob esse viés, segundo Maquiavel, “os homens quando não são forçados a lutar por necessidade, lutam por ambição”, uma vez que, com a criação de novas superpotências, o cenário nacional se tornou instável, consumido pelo pensamento de rivalidade. Neste contexto, com o enraizamento do sentimento nacionalista, fora o anseio pela evolução do país, diversas nações manifestaram um estigma aos refugiados, como no caso da União Europeia, cuja política de imigração só aceita indivíduos de determinados locais.
Ademais, é indispensável afirmar que os avanços das ameaças de guerra entre nações ocasionam desequilíbrio ao âmbito sociopolítico, no qual é afetado pelo medo e o terror da população. Com isso, o indivíduo foge de seu país de origem na busca de melhores condições de vida, entretanto, este processo é precário, já que se instalou um pensamento misógino a essa parcela, afetando, deliberadamente, o cotidiano dessas pessoas, contrapondo com a brasileira, n.º 9.474, que dá direito a refúgio no território.
Destarte, torna-se essencial, a tomada de medidas visando mitigar a ascensão de possíveis conflitos, além de combater a nova crise de refugiados. Urge, portanto, a criação de ONGs e refúgios, feitos por agentes da ONU, juntamente com o governo de seus participantes, com o intuito de proporcionar melhores circunstâncias aos imigrantes, a partir da disponibilização de moradia, alimentação e acesso à saúde e higiene básica. Outrossim, é necessário a elaboração de protestos, palestras e grupos de apoio aos refugiados, objetivando erradicar os estigmas presentes na sociedade.