Ameaças de guerra entre nações: impactos da nova crise de refugiados

Enviada em 17/08/2024

No período histórico do Neocolonialismo na África, com a dominação do continente africano pela Europa, verificou-se uma acentuação em massa de conflitos bélicos e crises humanitárias já existentes. Em relação ao contexto hodierno, houve-se uma redução considerável dessas disputas geopolíticas devido a acordos mundiais, entretanto, em certas partes do globo ainda é possível encontrar esses enfrentamentos hostis. Diante disso, é necessário que haja uma discussão em relação a onda crescente de refugiados que necessitam de asilo político e a falta de preparo e investimento dos países para receber esses grupos.

Desse modo, sob a óptica bélica, a guerra se torna um “mal necessário” ao visar as conquistas, sacrificando tudo o que está em seu alcance, para alavancar seus objetivos, incluindo os próprios civis. Por isso, a população configura-se como a maior desafortunada nesses momentos de crise, pois, até os direitos humanos mais básicos são negligenciados. Sob esse viés, cabe citar o documentário “Zaatari: Memórias de um labirinto”, o qual mostra a vida de emigrantes em um dos maiores centros de refugiados do mundo, que tentam reconstruir suas vidas a todo custo, mesmo com as marcas deixadas pela guerra. Percebe-se, assim, a onda catastrófica recheada de destruição advinda desses conflitos, que ocasiona em um contingente cada vez maior de exilados.

Outrossim, é válido ressaltar que tal pauta gera um percalço muito grande que é a falta de preparo dos países para abrigar esses coletivos. Sob esse prisma, vale citar a série da Netflix “House of Cards”, cujo enredo baseia-se no jogo do poder político na Casa Branca nos Estados Unidos e sobre como as decisões tomadas nesse local reverberam em todo o mundo, inclusive nas batalhas. Conforme o que foi visto, mostra-se a necessidade de se ofertar um olhar de mais atenção à causa.

Em síntese, torna-se evidente a importância da garantia dos direitos fundamentais do homem perante esses crimes contra a humanidade. Por conta disso, cabe a ONU, como agente conciliador mundial, aliada aos países que recebem exilados, intensificar os corredores humanitários e a arrecadação de aliementos, por meio do aumento de fundos destinados a causa, para que haja a obtenção de uma vida digna aos mais vulneráveis.